NOVO ENDEREÇO

13/12/2012 às 23:35 | Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

O Saída de Rede agora está de casa nova: http://saidaderede.com.br/

Te aguardamos lá!

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Thank you, Stacy

11/12/2012 às 16:04 | Publicado em Stacy Sykora | 1 Comentário
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Stacy: uma das grandes da posição de líbero (Foto: Alexandre Loureiro/VIPCOMM)

Stacy: uma das grandes da posição de líbero (Foto: Alexandre Loureiro/VIPCOMM)

“Minha visão não é mais a mesma, então, não tem mais como jogar vôlei. É uma decisão que fui obrigada a tomar. É a vida… o acidente ocorreu quando eu estava em meu melhor momento, mas não estou triste. Tudo isso me ensinou que preciso viver da melhor forma possível, pois você nunca sabe o que pode acontecer. Eu ia jogar um playoff e quase morri”

Estas foram, em resumo, as palavras de Stacy Sykora ao anunciar sua retirada do vôlei à publicação italiana “Volleyball.it”. Infelizmente, como ela mesma admite, a jogadora, que estava no Urbino, da Itália, não conseguiu voltar a ser a mesma após aquele trágico acidente de 12 de abril de 2011, quando o Vôlei Futuro tombou enquanto se dirigia ao José Liberatti para enfrentar o Osasco no primeiro jogo da série melhor de três das semifinais da Superliga este ano.

Uma pena para o vôlei, pois Stacy foi uma grande jogadora e persistiu até onde pôde. Me arrisco a dizer que, se ela estivesse em 100% de condições, o Brasil dificilmente levaria o ouro em Londres 2012. Para quem não se lembra, a história daquela decisão mudou quando a líbero americana Nicole Davis não suportou mais a pressão de ser alvo constante dos saques brasileiros e passou a errar excessivamente. Com Stacy, acredito que a história ali seria bem diferente ou, no mínimo, bem mais dramática.

Por outro lado, Stacy está certa: diante do que passou, o principal é estar viva. Ela ainda não sabe o que fará mas, assim como ocorreu no vôlei, promete se dedicar 100%, seja qual for a nova profissão que escolher. Good luck, Stacy

Qual a imagem de Sykora fica para você? Chegou a encontrá-la durante a passagem da líbero pelo Brasil, nem que fosse para apenas um autógrafo? Compartilhe a experiência na caixinha de comentários!

O lado B do vôlei feminino do Brasil

10/12/2012 às 19:02 | Publicado em dificuldades, Volta Redonda | 2 Comentários
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Quando lembramos da conquista de duas medalhas de ouro nas duas últimas Olimpíadas e o sucesso (merecidamente) obtido pelas jogadoras que de alguma forma participaram destas conquistas, temos a tendência a achar que está tudo bem no vôlei feminino brasileiro. Mas será?

Infelizmente, a resposta é não. Em matéria que fiz e publiquei nesta segunda-feira no Portal R7, mostro a situação difícil que as jogadoras do time feminino do Volta Redonda viveram recentemente. Iniciada no começo do ano, a equipe nunca assinou contrato com as atletas, que, depois de um período de instabilidade, simplesmente pararam de receber no último mês de setembro.

Daí em diante, vocês podem imaginar: dificuldade de alimentação, de moradia adequada e até de tratamento médico para jogadora que precisou correr atrás sozinha de uma cirurgia no SUS. A história completa está aqui. Leiam, espantem-se e depois comentem.

Os pontos positivos e negativos das transmissões online da Superliga

08/12/2012 às 10:54 | Publicado em Superliga, transmissão online | 1 Comentário
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Claudinha, do Minas, durante tie-break do duelo em casa contra o Sesi

Claudinha, do Minas, durante tie-break do duelo em casa contra o Sesi

Iniciadas no último dia 1º de dezembro, as transmissões onlines da Superliga de vôlei são um enorme ganho para o esporte brasileiro. Eu diria até que é uma iniciativa revolucionária, afinal não conheço nada semelhante no Brasil. Em termos internacionais, existe a NBA.tv, que é algo assombroso de bom e precisa servir de inspiração para os nossos dirigentes.

Mas vamos com calma: o projeto acabou de começar e estamos falando de um esporte que movimenta muito menos dinheiro que os americanos no basquete. Quer um exemplo? Considerada a jogadora mais bem paga do mundo, Gamova, do Dínamo Kazan, ganha US$ 800 mil, pouco abaixo do 30º novato escolhido este ano na NBA, conforme vocês podem conferir nesta tabela. Além disto, lá você precisa pagar para ter acesso a este serviço

Dentro de nossas limitações, portanto, vamos fazer uma análise das transmissões dos jogos pelo site da CBV. Abaixo, os pontos positivos e negativos:

Merece palmas:

+ A transmissão em si, possibilitando que a gente possa acompanhar jogos que, antes, só indo ao ginásio mesmo, visto que os clubes eram impedidos de colocar suas próprias webcams para mostrar as imagens aos fãs. Havia ainda a alternativa de acompanhar o ponto a ponto através de um placarzinho no site da Superliga, só que não dá nem para comparar. As imagens podem não ser em HD, mas possuem uma qualidade bastante razoável, ainda mais considerando-se que o serviço é gratuito para o público.

+ Quase não trava. Não sei o que fizeram, mas foram pouquíssimas as vezes que eu tive problemas com a sequência de transmissão. Dá para acompanhar o jogo numa boa, sem aquela chatice de, bem na hora do ataque, a imagem congelar, algo que, ao menos para mim, acontecia bastante nas transmissões que a FIVB tentou fazer do Mundial de clubes.

+ Narração. A CBV poderia ter optado por uma alternativa mais barata e fácil, simplesmente colocando uma câmera perto da quadra, alguém cuidando dela, da transmissão e pronto. Porém, eles optaram por fazer a coisa direito. Todas as partidas possuem narração, o que evita a monotonia e facilita o interesse de pessoas que não acompanham muito o vôlei. Apesar de algumas gafes terem ocorrido no começo, as narrações estão melhorando gradativamente.

+ Opções para Android, iPhone, iPad e BlackBerry. Em um mundo onde o acesso à Internet acontece cada vez mais através de plataformas móveis, nada mais esperto que habilitar as transmissões para celular e tablets. Se você possui um destes equipamentos, pode continuar acompanhando o jogo com facilidade mesmo que precise sair de casa.

Precisa de atenção:

+ Áudio aberto antes. Em algumas partidas, a transmissão começa minutos antes da partida, mostrando o aquecimento dos jogadores, a chegada da torcida, etc. O problema é que estes momentos ainda não possuem narração, mas o áudio fica aberto mesmo assim, o que possibilita os espectadores ouvir coisas como alguém do Volta Redonda comentando com um amigo antes do jogo contra o Sada: “Nunca precisei pagar para pegar mulher, não”

+ Falta de estatística. Uma das coisas mais legais da NBA.tv é que você pode conferindo na hora os números da partida e dos jogadores. Aqui, ainda não temos isso: só sabemos quem é o maior pontuador da partida, por exemplo, quando o narrador fala. E nem é uma coisa tão difícil assim: a FIVB possui um bom sistema de “ponto a ponto” que, se imitado na Superliga, já dava para quebrar o galho.

+ O principal jogo da rodada não passa. Nesta sexta (7), só pôde acompanhar o excelente confronto entre a Unilever e o Praia Clube quem tinha acesso a TV a cabo porque o acordo fechado entre a CBV e suas parceiras prevê que apenas podem ser transmitidos online os jogos que não forem escolhidos para a grade do SporTV. É um pouco de medo dos caras em perder audiência (na minha opinião, injustificável), mas algo a se pensar em começar a fazer nas próximas temporadas.

+ Delay. Basta acompanhar o ponto a ponto que a CBV faz pelo Twitter para notar o atraso médio de seis pontos da transmissão online com relação ao momento que o fato aconteceu. Trata-se de um problema das transmissões via Internet em geral, que eu espero que possa ser solucionado ao longo dos próximos anos.

E você? Também queremos a sua opinião. Abaixo, está aberto o espaço para você comentar o que gostou e o que não gostou na grande novidade da Superliga este ano

Liga Mundial ganha regulamento bizarro após inchar com o Grand Prix

07/12/2012 às 18:50 | Publicado em Grand Prix, Liga Mundial | 2 Comentários
Estados Unidos: será que o quarto título seguido vem aí?

Estados Unidos: será que o quarto título seguido vem aí?

Sem perder tempo, Ary Graça já começou a promover as primeiras mudanças no comando da FIVB: as edições 2013 tanto da Liga Mundial quanto do Grand Prix apresentam mudanças significativas, especialmente no quesito “engordadas”, com o aumento do número de participantes de cada uma das competições.

Até entendo e concordo que a FIVB queira tornar o esporte mais popular em diversos países, mas não acredito que a melhor alternativa seja simplesmente abrir mais vagas nos principais torneios do mundo. A Liga Mundial, por exemplo, ganhou mais dois times (são 18 agora) e um regulamento bizarríssimo, tendo dois grupos muito fortes (A: Brasil, Polônia, Estados Unidos, Bulgária, Argentina e França e/ B: Rússia, Itália, Cuba, Sérvia, Alemanha, Irã) e um terceiro bem mais fraco (Canadá, Coreia do Sul, Finlândia, Holanda e mais duas seleções a serem definidas).

Para as finais, vão se classificar os três primeiros do A e do B e só o melhor do C, além do país-sede, que será definido em janeiro. Não há ainda informações sobre como será o formato desta disputa pelo título entre os oitos times que sobreviverem.

Já o Grand Prix pula de 16 para 20 equipes, com a distribuição de convites para a Itália, Rússia, Turquia e Alemanha. Em teoria, o nível técnico da disputa aumentou, mas, ao menos para 2013, não se iluda: o próprio Brasil tende a jogar desfalcado de algumas de suas principais atletas. As principais seleções estrangeiras, que normalmente já não fazem aqueeeela questão de jogar o GP, devem seguir pelo mesmo caminho, até por estarmos vivendo o primeiro ano de um novo ciclo olímpico.

E, apesar de haver mais jogos fora da Ásia, a velha reclamação dos torcedores de vôlei feminino contra os jogos na madrugada durará mais uma edição, já que as finais estão programadas para o Japão, que recebeu a disputa do título três vezes em um passado recente (2005, 2008 e 2009). Em resumo, preparem-se para viver mais alguns dias de zumbi no ano que se apresentam.

A verdade é que a Liga Mundial e o Grand Prix precisam se reinventar. Se por um lado é importante para o vôlei ter as seleções jogando todos os anos, por outro é inegável o desgaste que esses torneios geram nos jogadores por terem um período de disputas de algumas semanas, sem contar os treinos. Algo precisa ser feito. Talvez uma readequação no calendário para o torcedor não ficar perdido entre Liga, GP, Copa do Mundo, Copa dos Campeões, Mundial, Olimpíadas, sem saber diferenciar direito os cinco primeiros (acredite, há muito gente que se confunde). Uma disputa menor, aumentando a importância de cada partida para o seu destino na competição também tornaria tudo mais interessante, e ainda teria o bônus de proporcionar maior tempo de descanso para as estrelas.

E você, gostou das novidades no GP e na Liga? Na sua opinião, os torneios estão desgastados?

Saída de Rede agora é Blog Sports Club!

06/12/2012 às 8:01 | Publicado em Blog Sports Club, Traffic Sports | 2 Comentários

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Alguns de vocês devem ter reparado que andei sumida do blog esta semana. Agora, é a hora de revelar o porquê. Desta vez, o motivo não é a velha e sempre presente “correria”…

A verdade é que as postagens ficaram de lado nos últimos dias porque estava trabalhando nos últimos preparativos para a estreia do Saída de Rede no Blog Sports Club, o BSC, projeto encabeçado pela Traffic Sports que chega para agradar os fãs de esportes com uma série de blogs sobre diversas modalidades. O endereço é http://www.blogsportsclub.com.br/ e posso garantir que vale muito a pena

Falando resumidamente, o BSC é um agregador de conteúdo com atualizações diárias, linguagem moderna e proximidade com um grande público segmentado de fãs de esportes. São abordados desde o automobilismo até o golfe, passando, é claro, pelo vôlei. Nessa empreitada, estou do mesmo lado da rede do Melhor do Vôlei, comandados pelos competentes Andressa Caetano e Matheus Maciel, além do ótimo Vôlei na Rede.

No “Saída de Rede”, a maior mudança é que, com o apoio de uma estrutura do porte e com o know-how da Traffic Sports, poderei dar mais atenção ao blog, com mais postagens, temas, informações e, quem sabe, até promoções. Aproveitamos o dia também para lançar um Facebook e um Twitter específicos e, em breve, estaremos em um domínio “.com.br”. Curta, compartilhe, retwitte!

Para deixar claro desde já, o conteúdo do Saída de Rede continuará gratuito e seguirá sem qualquer tipo de influência além da minha própria cabeça. Mesmo em uma casa nova, o espaço vai continuar tentando abordar e opinar sobre vôlei de forma descontraída e democrática, desde que haja educação nos argumentos, como sempre houve. Espero que gostem. Conto com vocês nesta empreitada.

Comentários? Dúvidas? Sugestões? Críticas? A caixinha, o Facebook e o Twitter estão abertos!

Zé e Bernardinho ficam nas seleções: nada mais justo

01/12/2012 às 11:30 | Publicado em Bernardinho, Rio 2016, Seleção brasileira, Zé Roberto | 4 Comentários

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Quando li, uns tempos atrás, que o Ary Graça exigia exclusividade para manter Zé Roberto e Bernardinho, como treinadores das seleções brasileiras de vôlei, eu não acreditei. Pra mim, este era um pedido descabido, já que ambos cansaram de mostrar competência e os próprios preferem não ficar metade do ano só observando atletas. Aliás, desde que assumiram as seleções os dois trabalham assim e os resultados estão aí. Pra que mudar?

A CBV poderia se apegar a vários outros argumentos se quisesse mudar os técnicos, menos este. Tanto era um absurdo, que a entidade voltou atrás e, mesmo com Zé no Vôlei Amil, já o confirmou oficialmente no cargo, enquanto Bernardinho, que trabalha na Unilever, está prestes a assinar.

Não sou favorável à permanência de alguém muito tempo em qualquer cargo dado o desgaste que isso naturalmente gera, mas, neste caso, abro uma exceção. Diante de uma Olimpíada em casa, onde a pressão será ainda maior que o normal, não há nomes melhor preparados. Juntos, os dois somam oito medalhas olímpicas, sendo quatro de ouro, e já conhecem todos os detalhes que envolvem uma competição deste porte.

Além disto, atualmente no Brasil, não possuimos nenhum outro treinador que tenha um status de “unanimidade” como rival de qualquer um deles. Fala-se principalmente de Giovane e Luizomar de Moura, mas acredito que os dois ainda precisam de mais algum tempo para estar prontos para esta função. Se a próxima Olimpíada não fosse no Brasil, talvez até desse para arriscar, mas, diante da torcida, é melhor apostar no que já deu certo em diversas situações.

Claro que nem Zé e nem Bernardinho são perfeitos. Zé, por exemplo, vive um desgaste claro com as meninas, apesar de eu achar que a situação não é tão grave assim. Bernardinho, por sua vez, também cometeu “cabeçadas” ao longo do último ciclo olímpico. Ainda assim, eu acho que o trabalho rumo ao Rio 2016 não poderia começar melhor.

E você? Gostou da manutenção dos treinadores na seleção? Vote e depois opine nos comentários!

As palmeirenses de Osasco e o cruzeirense de Noronha

29/11/2012 às 20:57 | Publicado em Camila Brait, Douglas, Fernando de Noronha, Jaqueline, Palmeiras | Deixe um comentário

Vôlei é um esporte sensacional, mas também é bacana às vezes a gente olhar para a vida do atleta fora das quadras. Por isso, recentemente eu fiz duas matérias falando sobre particularidades de três jogadores: Jaqueline e Camila Brait, do Sollys Osasco, e Douglas Cordeiro, do Sada Cruzeiro.

As meninas, por exemplo, tem um ponto em comum: assim como eu, estão sofrendo com a queda do Palmeiras para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro. Jaque, aliás, tem uma história bastante diferente sobre como começou a torcer pelo Verdão. Já Camila Brait contou um “causo” divertido sobre certa vez em que ficou na torcida do Corinthians com o namorado.

No masculino, a curiosidade fica por conta de Douglas Cordeiro, central do Sada Cruzeiro. Pouca gente sabe, mas ele começou sua carreira lá em Fernando de Noronha, aquele lugar fantástico, com pouca população e onde todo mundo quer passar férias.

Para saber mais sobre essas histórias, clique nos links abaixo:

Saído de Fernando de Noronha, Douglas quer levar mais um título para o Cruzeiro

Palmeirense, musa do vôlei vai na torcida do Corinthians e se segura para não apanhar

Não esqueçam da Tom!

28/11/2012 às 21:09 | Publicado em Logan Tom, Unilever, Vôlei Amil | 7 Comentários

(Foto: Divulgação/CBV)

Está todo mundo falando da Natália e da Vasileva que, de fato, fizeram um jogaço ontem no duelo Vôlei Amil x Unilever e merecem vários elogios pelo o que mostraram nesta terça. Porém, gostaria de atentar para a atuação de uma jogadora que quase passou despercebida após a partida, ao menos até onde eu li.

Estou me referindo a Logan Tom. Todo mundo que acompanha vôlei há alguns anos está careca de saber do talento da americana, mas é incrível como ela não perde o ritmo mesmo com a idade avançando (já se vão 31 primaveras). Se Natália pôde iniciar sua caminhada de volta ao topo com os bons levantamentos de Fofão, foi muito porque Tom garantiu o time lá atrás…

Como se não bastasse, ela ainda marcou 16 pontos, sendo dois aces (curiosamente, números iguais do de Natália). Se na temporada passada a Unilever sofreu muito com o passe, tudo indica que este ano os torcedores poderão se preocupar com qualquer coisa, mas não isso, confirmando as expectativas. Tendo Fabi ao lado, Tom mostra que cada um dos muitos centavos investidos nela vale a pena.

Pra fechar, dois rápidos comentários: Juciely tem conseguido retomar as boas atuações de 2010 – não fosse pela queda de rendimento na última Superliga, poderia muito bem ter estado na campanha do bicampeonato olímpico Londres. Quando ao rápido (e frio) reencontro entre Zé Roberto e Bernardinho, pelo menos houve o bom senso de não se polemizar um assunto pra lá de desgastado. Legal seria se fossem amigos e trocassem informações, mas se não querem isso, que continuem felizes assim.

Oscar Schmidt tenta jogar vôlei e paga mico

25/11/2012 às 11:00 | Publicado em Giovane, Oscar, Sesi | Deixe um comentário


Essa é pra quem acha que pra jogar vôlei basta ser alto. Maior cestinha da história do basquete, Oscar Schmidt foi convidado por Giovane para fazer um treino lá no Sesi ao lado de Murilo e Serginho. O resultado, exibido pelo “Esporte Fantástico”, da TV Record, neste sábado (24), é bastante engraçado.

Clique aqui e confira o vídeo

(Desculpem ter feito um link externo, mas não consegui embedar este vídeo no WordPress. Se alguém souber me dizer como é, agradeço)

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